Review: King’s Bounty: Armored Princess

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Quando vi esse jogo com desconto eu tive que comprar. Eu ainda me lembro de quando eu comecei a me interessar por jogos mais complicados e um que realmente chamou minha atenção foi King’s Bounty, um jogo antigaço para o Mega Drive da falecida New World Computing. Eu não entendia muito de inglês naquela época, então a história me passava despercebida, porém eu adorava a premissa do jogo. King’s Bounty: Armored Princess não é a continuação direta desse jogo de mais de 30 anos, porém ele possui uma jogabilidade semelhante e a mesma ideia.

Em Armored Princess você toma o controle de, obviamente, uma princessa que deve salvar seu reino em uma época de crise. Ao contrário do primeiro jogo da série, que não tinha uma história específica – você era um mercenário que tinha um certo período de tempo para adquirir um certo tesouro para um certo rei -, em Armored Princess você pode escolher uma de três clases – cavaleira, paladina e maga – porém a personagem é sempre a mesma, incluindo o nome, sendo que a única coisa que pode ser alterada é um título (“a brava”, por exemplo), o que é um pouco decepcionante, pois esse título não parece ser irrelevante no jogo. O mais importante é que a jogabilidade permaneceu muito semelhante.

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O Apocalipse está próximo!

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Pois esse é o ano de profecias, quando o mundo acabará. No começo do ano, o mundo foi assolado por duas leis dos Estados Unidos e, apesar de termos vencido temporariamente (elas foram enterradas) uma nova lei aparece no horizonte, trazendo consigo a ideia de que, de fato, o mundo acabará em 2012, já que assim que leis ridículas são esquecidas, leis mais ridículas ainda aparecem, dessa vez vem lá da Europa.

Apesar de estar sendo discutada por mais de 3 anos, essa lei só chegou ao público recentemente, quando já está em um estágio avançado de aceitação entre os políticos de vários países. A ACTA (Anti-Counterfeiting Trade Agreement) é liderada por políticos europeus e tem um objetivo semelhante ao da SOPA, porém mais extenso, já que é algo mais global, onde vários países já assinaram em cumprir esse tratado. Caso seja aceito, uma comitê especializado seria criado, e terá poder em todos os países que aceitarem esse acordo, servindo como uma ONU para os direitos autorais.

Não sei o quanto isso irá ferrar a internet, mas pode ter certeza de que será bem pior do que as previsões feitas para a SOPA/PIPA. Se quiser entender melhor do que se trata esse acordo, veja esse vídeo, ou leia o próprio pdf aqui. Se a merda que os políticos fazem continuar assim, com certeza o apocalipse chega até o fim do ano.

Mark Kern é meu novo heroi

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Antes de hoje, eu nunca tinha ouvido falar desse nome. Eu já tinha visto alguns vídeos de seu jogo, Firefall, porém não me interessei pois, apesar de parecer ter uma jogabilidade bem diferente, é um MMO FtP, o que significa que ou você paga, ou fica pra trás. Porém comecei a me interessar mais pelo estúdio por trás desse jogo quando eles anunciaram que estariam cancelando sua afiliação com a ESA por causa dos pontos de vista que entravam em conflito. Enquanto a Red 5 Studios acredita que as leis SOPA e PIPA são uma afronta à liberdade de expressão, a ESA acha que elas serão ótimas para combater a pirataria.

É claro que a Red 5 não foi o único grupo que mostrou desdém por essas leis, na verdade vários estúdios sairam por aí, escrevendo em seus Facebooks e Twitters como essas leis, em seu formato atual, não irão contribuir em nada com a indústria de jogos, além de colocarem em risco a internet em geral. Porém foi só isso, cada uma dessas desenvolvedoras escreveu um ou dois parágrafos, falaram que discordam, porém continuaram seguindo suas vidas, continuaram com seus planos de participar da E3 e de continuarem ligadas à ESA. Mark Kern, CEO da Red 5 Studios, foi além.

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Miniview: Nuclear Dawn

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De vez em quando é difícil criticar um jogo, pois é difícil jogá-lo. Nuclear Dawn foca no multiplayer, tanto que não existe modo singleplayer ou bots para quem quer jogar sozinho ou está sem internet. Esse tipo de foco, estigma dos FPS’s atuais, é ao mesmo tempo bom e ruim para o jogo. Por um lado, os desenvolvedores podem, e devem, focar seus recursos em criar uma experiência de multijogadores excepcional, não perdem tempo tendo que adaptar melhor a Inteligência Artificial dos inimigos ou criando novos desafios para quem joga sozinho. O problema, é que quem quiser jogar vai depender dos outros, se não houver servidores locais, ou até mesmo se não houver servidor nenhum, então não há nada que a pessoa possa fazer além de sair do jogo e fazer outra coisa.

Porém Nuclear Dawn não é o seu FPS de todo dia. Esse jogo mistura tiro em primeira-pessoa com estratégia em tempo real, criando algo único, onde ganha quem souber jogar melhor em time, e por causa da parte do RTS, isso é levado ao extremo! Eu realmente gostaria de escrever uma longa crítica sobre esse jogo, pois ele realmente me impressionou, destruiu todos os meus conceitos sobre como um FPS deve ser feito, porém isso talvez nunca seja possível, pois não existem servidores brasileiros. Justiça seja feita, se minha internet fosse melhor eu talvez conseguiria achar servidores da América do Norte com um ping decente, porém esses são raros, e existe o problema de que a maioria dos servidores com um ping mediano (por volta de 200) estão quase sempre vazios. Em um jogo onde precissão e cooperação são essenciais, isso impede minha habilidade de jogar e, portanto, de criticar.

Mas ainda sim, com todos esses problemas, consegui adquirir boas 9 horas de jogos, então deixarei aqui uma breve descrição do jogo. Talvez isso convença alguém a comprar o jogo, aumentando as chances de achar pessoas para jogar!

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Porque me importo

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Não sou muito de ficar lendo notícias, pois a maioria é de pessoas morrendo em algum país de terceiro mundo *cough*brasil*cough* e o resto são de políticos corruptos. Porém eu constantemente me atualizo com as notícias sobre a indústria de jogos. Não somente porque escrevo sobre o assunto, mas principalmente porque me interessa, apesar de que ultimamente a maior parte das notícias esses últimos anos são mais sobre jogos novos que serão lançados daqui 1~24 meses. Não culpo os ditos jornalistas, pois é basicamente isso que a maioria dos leitores procura saber, o que é um tanto triste. É claro que de vez em quando, algo importante ou polêmico acontece e então todos os sites começam a comentar sobre aquilo, 24/7. Com SOPA e PIPA foi exatamente isso.

Assim que a internet descobriu que essas leis existiam, o caos tomou conta do lugar. Aos poucos cada vez mais sites se tornavam cientes do potencial desses Atos, e cada vez mais artigos ou notícias eram escritos. Então chegou a vez dos sites sobre jogos. Esses sites se preocuparam ainda mais, pois a maior parte de seu conteúdo é baseado em direitos autorais: imagens de jogos, vídeos de pessoas jogando, wikis com informações detalhadas dos jogos e por aí vai. Praticamente todos os sites que falam sobre jogos infringem ou ajudam seus usuários a infringir direitos autorais. Se esses Atos forem aceitos, os sites sobre jogos estão potencialmente ferrados. Digo potencialmente pois ninguém realmente sabe como esse poder será abusado, porém todos sabem que como pode ser usado. E é sobre isso que gostaria de comentar, como esses Atos deveriam assustar nós, que vivemos em outros países, não somentes aqueles que vivem nos Estados Unidos.

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